MEIO AMBIENTE

 

LIXO HOSPITALAR

Acondicionamento, armazenamento, manuseio, coleta, transporte, tratamento e disposição final são diferentes etapas que devem ser observadas com responsabilidade redobrada quando se trata de lixo hospitalar. O principal risco associado ao resíduo hospitalar é o infecto-contagioso, uma vez que o mesmo apresenta um perigo potencial para a saúde de quem o manipula quanto a sua taxa de infecção hospitalar e ao meio ambiente. Assim, os principais cuidados devem ser focados no
acondicionamento e no manuseio.


A gravidade deste resíduo é proporcional à quantidade de lixo produzida. No Hospital Sírio Libanês a cada 4 toneladas de lixo produzidas diariamente, somente 2 toneladas são infectantes.

 


PROGRAMA DE RESÍDUO DE GERENCIAMENTO DO LIXO HOSPITALAR


Implantado em janeiro de 1998, o Plano de Gerenciamento de Lixo Hospitalar está dividido em etapas de caracterização, quantificação e qualificação dos resíduos, ou seja, a separação, acondicionamento, coleta, armazenamento e transporte dos resíduos, tratamento e disposição final.

Nos grupos A, B, C e D estão, respectivamente, os resíduos biológicos, químicos perigosos e farmacêuticos, radioativos e, por ultimo, os resíduos comuns. A importância da seleção está em reduzir a quantidade de lixo infectante e, conseqüentemente, diminuir os riscos de contaminação, preservando a saúde e o meio ambiente. Além disso, é possível ainda ter um retorno financeiro com a comercialização dos resíduos segregados.